Na hora de criar o blog do site, sempre pinta a mesma dúvida: “Coloco em subdomínio (blog.seudominio.com.br) ou em subpasta (seudominio.com.br/blog/)?”
E logo em seguida vem o medo:
A ideia aqui é justamente responder essa pergunta: subdomínio ou subpasta, mostrando:
É quando o blog fica “antes” do domínio principal. Exemplos:
Dá a sensação de “um site separado”, mas ligado à marca principal.
É quando o blog fica dentro de uma pasta do site principal. Exemplos:
Nesse caso, o blog é claramente parte do mesmo site.
Resumindo em termos bem simples:
O Google consegue entender que tudo faz parte da mesma marca, mas:
Não é que subdomínio “não ranqueia”. Ranqueia, sim. Mas, se a ideia é fortalecer o domínio principal e ganhar relevância usando o blog, a subpasta costuma ter uma leve vantagem prática.
Alguns motivos:
Ou seja: se o objetivo é usar o blog para puxar autoridade e tráfego pro domínio principal, a escolha mais simples geralmente é subpasta.
SEO não é o único critério. Na prática, a decisão subdomínio ou subpasta também mexe em:
Subdomínio costuma fazer mais sentido quando:
Exemplos de cenários:
Subpasta costuma ser mais tranquila para:
Exemplo clássico:
Se o blog está em:
Em resumo: dá para medir bem nos dois, mas subpasta tende a ser mais direta.
No Search Console:
Isso pode gerar:
Exemplo:
Nesse caso, às vezes é tecnicamente inviável (ou muito caro) colocar tudo na mesma estrutura. O subdomínio acaba sendo a solução prática:
Quando o blog:
Pode ser interessante estruturar como um subdomínio para:
Em alguns contextos (especialmente empresas maiores):
Nesses casos, o critério organizacional/tecnológico pesa mais do que a pequena vantagem de SEO da subpasta.
Pode. Mas migrar de subdomínio para subpasta (ou o contrário) exige cuidado, porque mexe diretamente com:
O que não dá é:
Vamos ver como planejar uma migração com menos dor de cabeça.
Vamos considerar o cenário mais comum: migrar o blog de blog.seudominio.com.br para seudominio.com.br/blog/.
Antes de tudo:
O ideal é:
Exemplo:
Ou seja, você só adiciona /blog/ e troca o subdomínio pelo domínio principal. Quanto menos você mudar o “resto” da URL (slug), melhor.
Essa é a parte mais importante:
Nada de:
Depois da migração:
É normal levar um tempo até:
Após a migração, acompanhe:
Se algo despencar demais de uma hora para outra:
Se o blog ainda não existe e o cenário é:
a opção mais prática, na maioria dos casos, é:
Você ganha:
Deixe o subdomínio para situações em que o blog precisa mesmo ser separado por questões técnicas ou estratégicas bem específicas.
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